Com a palavra: Hipólita

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Diretamente das estrelas surgem eles, Os Cavaleiros do Zodíaco, guerreiros treinados para proteger sua Deusa reencarnada Atena. Jovens rapazes que desafiaram Deuses, que morreram e renasceram. Devotados a sua Deusa eles foram até o inferno, alguns se fizeram passar por vilões, lidando com seres poderosíssimos, só para garantir a vitória!

Mas como se sabe, na mitologia os Deuses não tem orientação sexual, eles simplesmente são o que são, e podem deixar de ser também. (Entenderam? Acho que nem eu!) Com os Cavaleiros não seria diferente. Como pode eles estarem tão perto dos Deuses e não se influenciarem por eles?

Baseado num Mangá de muito prestígio chamado Sant Seya, pode-se dizer que essa “onda” de desenhos japoneses teve sua nascente nesse desenho.

Sinceramente não sei se foi proposital ou se simplesmente aconteceu, mas esse desenho é repleto de personagens andrógenos e em sua maioria gays, talvez transexuais, alguns parecem não ter sexualidade, outros são sexuais até demais!

Quem assistir o desenho a partir do primeiro episódio, vai notar que a medida que os personagens vão se conhecendo, eles vão se apaixonando também. Algumas cenas são sub-entendidas, outras fica na cara que algo vai acontecer, mas na hora H, a cena é cortada! (Poxa!) Falando de uma maneira bem popular... Alguns personagens dão pinta mesmo!

Dentre alguns exemplos, temos Saori Kido, que é a reencarnação da Deusa Atena, e que eu considero um ser assexuado. Ela não se envolve por ninguém, a princípio parece gostar do personagem principal, Seya o Cavaleiro de Pégasus que desde os primeiros episódios se apaixona por Shiryu de Dragão! Os dois tem uma relação tão envolvida que quando um está em perigo o outro também sente. (Tão fofo isso!)

No lado das mulheres temos Marin de Águia, uma amazona que não se manifesta sexualmente, pAra nenhum dos lados. Temos Shina de Cobra, uma bissexual que tem tanto cenas com Marin (mesmo ela não se manifestando), como cenas com Seya. Tadinha ela bem que tenta se dar bem de alguma forma, mas não consegue!

Uma cena que causa comentários é a de dois cavaleiros, onde um deles está com hipotermia, e o outro retira sua roupa para aquecer o “amigo”, se deita sobre ele e a cena é cortada... Desde então uma amizade muito “forte” é criada... (Ai ai... Eu e minha mente poluída, tá na cara que não aconteceu nada! Rs)

Comenta-se na “boca pequena” da Internet que muita coisa aconteceu após o convalescente cavaleiro se recuperar... Bom, eu não vi nada e nem sei de nada, tudo que eu sei são especulações.

Mas eu não quero me basear em suposições, os fatos concretos estão nas aparências e atitudes dos personagens. Claro que a dublagem ajuda muito; um exemplo a ser dado é a do cavaleiro de Peixes que se chama Afrodite ( que seria a Deusa do amor! Ahaaaa!), quer mais explicação?!

Nenhum cavaleiro tem namorada ou é casado, claro que tem aqueles namoricos, dentre alguns amores platônicos... Só que o tempo todo um “amigo” se declara pro outro... Não se declaram de maneira simples... É amor mesmo, dizem que amam, morrem uns pelos outros!

O que eu acho impressionante é quando somos crianças não notamos nada disso, tudo passa despercebido, tudo é muito natural!

Eu sugiro que quem tiver a oportunidade de assistir aos episódios desse desenho maravilhoso e totalmente gay, não perca a oportunidade!


2 comentários:

Bel disse...

Realmente a referência a sexualidade nesse desenho é subentendida tão sutil que ao assistir nem nos damos conta. Lembro que da última vez que assisti esse desenho na tv um personagem elogiava a bravura do outro e se comovia ao falar do companheiro de combate só assisti e achei fofo...

oograzioo disse...

Posso dizer q sou fanatica por esse desenho...não nego que tenho todos os episódios no pc... das doze casas até a saga de hades.... :)
vale a pena mesmo conferir...hehehe
e como a bel citou a bravura, vale tbm.. e lealdade e a amizade....

adorei o post.... boa lembrança..


bjs meninas

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