
Mas ainda está em tempo... O relógio está a nosso favor... Aconselho às lindas a aderirem ao movimento americano... Porque eles tem a questão polêmica da PROP 8, e nós temos essa lei engavetada no congresso, cada vez mais evangélico, sobre a CRIMINALIZAÇÃO DA HOMOFOBIA... Não é oportuna a idéia? Amanhã é o dia em que, segundo estatísticas, 30% da humanidade deveria parar... Até os engavetados... Os enrustidos... Parem pelo amor da MADONNA! Saiam do armário coloridos, saltitantes, embutinadas, engravatadas... E tenham um dia de ócio... Um ócio coletivo, homossexual, comprometido, responsável... Deliciosamente libertador.
Eu vou aderir... Amanhã nada de labor... Nada de blogar... Vou tomar sorvete e namorar... Cineminha talvez... Andar de mão dada e beijar na boca amada.
Deixo, com carinho, para vocês SABEREM com detalhes sobre o caso... Um post da minha amiga MARI... Que também é um texto replicado de outrem. Obrigado MARI. Tão bem informada... Amo o QUEER GIRLS... Vocês devem participar deste blog afinadíssimo. Eu não perco.
"A grande maioria das pessoas só dão valor àquilo que se perde ou não tem. Esse ditado está pra lá de batido, mas nele encontramos uma grande verdade e, buscando mostrar essa verdade para a sociedade, gays norte-americanos promoverão no próximo dia 10 de Dezembro "Um Dia Sem Gays". Será um dia que gays de ambos os sexos não irão ao trabalho, às escolas e às universidades. Também não sairão em passeio pelas ruas e não partirão para o consumo nos centros comerciais. O dia será dedicado a tarefas humanitárias.Essa estratégia já foi usada com sucesso por imigrantes. Discriminados e explorados, eles pararam um dia e a economia americana sentiu o sobressalto. Gostaria de ver como o mercado brasileiro se comportaria num dia sem gays, como eles ficariam sem o nosso "Pink Money". Um dia desses no Brasil seria um caos, seria um dia em que a maioria dos hospitais perderiam grande parte dos seus médicos e enfermeiros, atendimento de telemarketing saltaria de uma para duas horas ou mais de espera, salões de cabeleireiros não iriam abrir, enfim, um dia sem filhos, profissionais e amigos dedicados, um dia sem gays, pelo simples fato da sociedade não nos aceitar, negando-nos direitos constitucionais básicos para qualquer cidadão viver com dignidade. Seria ótimo se a militância brasileira adotasse essa idéia, só assim poderemos mostrar as contribuições que damos a sociedade.
Para saber mais sobre o protesto, acesse o site.
Texto enviado pela integrante da Lelist, Márcia Marques."





























